Se você nos acompanha no insta sabe que passamos a virada de ano no Rio Grande do Sul.
Caso ainda não siga a gente por lá, não perde mais tempo, @sobreaestrada 😉 .

Essa viagem foi decidida em cima da hora e não teve muito planejamento da nossa parte, então não sabíamos ao certo o que íamos encontrar pelo caminho. Para que isso não aconteça com você, vamos contar como foi rodar pelas estradas do sul do nosso país.

A distância percorrida da capital paulista até Cambará do Sul (nosso destino) foi de 1.085 quilômetros e ao longo desse trajeto passamos por 10 praças de pedágio (consulte valores atualizados aqui).

Ficamos surpreendidos com todo o trajeto, tanto a BR116 quanto a BR101 estão em perfeito estado de conservação, até o temido trecho conhecido como Serra do Cafezal está em boas condições agora com a liberação nova faixa (que ficou em obras durante mil anos 😛 ).

A parte ruim fica por conta dos radares, que são muito e mudam a velocidade controlada a todo instante, não é raro sair de um radar de 80km para um de 60km em uma via cuja velocidade máxima permitida é de 110 km/hora (vai entender, né?).

Levamos ao todo 14 horas de viagem, a parte mais comprometida pelo transito estava no intervalo entre Itapema e Florianópolis, devido procura dessas praias para as festas de fim de ano.

Postos de gasolina e restaurantes estão aos montes pelo caminho, são raros os trechos com mais de 50 quilômetros sem uma parada. Fora isso, os postos da policia federal rodoviária e da administradora da via também possuem banheiros disponíveis para os viajantes 😉 .

Resumindo, tá planejando se aventurar pelo sul, pode ir sem medo que tá tranquilo.

Tá, mas e as estradas em Cambará do Sul?

Ai que a coisa muda de figura, Cambará é uma cidade rural então obviamente boa parte das vias são de terra, pedra e cascalho. Dá para chegar até o município por via asfaltada (seguindo pela Rota do Sol), mas para transitar pelos atrativos turísticos é necessário invariavelmente passar pela terra.

É totalmente possível andar com carro baixo por lá, nós inclusive fizemos tudo com nosso carro que é baixinho e 1.0, mas é preciso muita atenção e cautela.

Outro inconveniente é a neblina, o município fica entre a baixada e a serra do mar e recebe diariamente muita nevoa oriunda do mormaço do litoral. Ou seja, ao final do dia fica quase impossível enxergar um passo a frente na estrada, o que requer cuidado redobrado.

Para trechos mais longos e acidentados é recomendado contratar um translado ou alugar um 4×4.

Isso é tudo mas se tiver qualquer dúvida escreve pra gente aqui em baixo 😉 .
Logo vamos contar tudo sobre as atrações de Cambará, a Terra dos Cânions, você não vai perder, né?
Nos vemos na estrada 🙂 .