Oi gente!!
Quem é vivo sempre aparece não é mesmo 😛 haha.
Estivemos sumidos do blog nesse último mês e pedimos desculpas.
Prometemos compensar nossa ausência com muitas dicas dos lugares que visitamos nesses últimos tempos. Ainda vai rolar muita coisa linda por aqui – PETAR, Visconde de Mauá, Florianópolis, Nordeste e mais – não perde não 😉 .

Hoje queremos falar nossas considerações iniciais sobre nossa última grande aventura: uma road trip por Foz do Iguaçu e região (quem acompanha a gente no Instagram já viu algumas fotos dessa viagem incrível, se você ainda não segue a gente por lá clique aqui e não perca mais as novidades 🙂 ). IMG_5554

Aproveitamos este feriado de Carnaval para curtir a folia de maneira diferente, colocamos a família no carro e caímos na estrada. Percorremos aproximadamente 1.050 quilômetros de São Paulo até nosso destino, seguindo a Rodovia Castelo Branco em vez do tradicional roteiro pela Rodovia Regis Bittencourt. Esse caminho é mais longo e mais caro 🙁 , contudo foge do trecho da Serra do Cafezal que costuma congestionar bastante.

Se você perguntar se vale a pena encarar essa viagem de carro nós diremos que sim, mas adoramos viajar de carro, se esse não for o seu caso, basta optar pela viagem de avião que saindo de São Paulo dura apenas uma hora e meia.

Foram treze horas de viagem para ir e o mesmo para voltar, cruzando o interior dos estados de São Paulo e do Paraná. Incontáveis pedágios (pagamos R$ 180,00 em média de pedágios para ir e o mesmo para voltar) e inúmeras paradas para banheiros, cafés e petiscos.
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Ao longo do caminho encontramos apenas um grande trecho rural, com poucas opções de parada – lanchonetes e postos de gasolinas – esse trecho fica entre Cambé e Cascavel – já no estado do Paraná. Destacamos que o combustível no Paraná sofre leve alteração nos preços se comparado a São Paulo, algo em torno de R$0,10 a R$0,20 de variação positiva.

Optamos por almoçar fora da estrada em restaurantes de cidades pequenas pelo caminho, pois normalmente custa bem caro comer nas grandes redes localizadas à beira da estrada (verificamos preço de até R$68,00 por quilo nos restaurantes da Rede Graal), fica a dica para quem quer economizar 😉 .

A estrada tá linda, daqui até lá e não pegamos nadinha de transito, mesmo sendo um feriadão.

Foz do Iguaçu dispensa qualquer apresentação, mas vamos falar mais da cidade nos próximos posts. Agora só queremos ressaltar que existem boas e variadas opções para se deslocar pela cidade, como táxis e operadoras de turismo, e que – apesar de ser uma cidade relativamente pequena – você não consegue fazer as atrações a pé, pois todas ficam bem distantes uma das outras.
Portanto, nosso carro foi bastante útil durante todos os dias que estivemos por lá.FullSizeRender

Quase todas as atrações turísticas contam com estacionamento (os valores serão detalhados nos posts que virão) e é bem fácil se localizar por lá. No centro da cidade é bem fácil estacionar nas ruas, bem tranquilo também.

Uma grande dúvida que tínhamos era com relação a cruzar as fronteiras com carro. A internet tem uma porção de relatos, mas ainda assim é sempre confuso saber o que fazer. Nós não tínhamos intenção de cruzar as fronteiras com o carro, por diversos motivos, mas ao final decidimos atravessar por questão de comodidade. Vamos relatar a nossa experiência, não quer dizer que seja o melhor ou a verdade absoluta:

Paraguai: Para visitar Ciudad Del Este nós deixamos o carro do lado brasileiro e cruzamos a ponte a pé, contudo nosso hostel indicou um posto de gasolina na cidade – onde o custo e a qualidade eram melhores do que no lado brasileiro – e atravessamos a fronteira à noite com o carro sem ser questionados por nenhum oficial e nem passar pelo controle migratório, abastecemos o carro e voltamos, simples assim. Vale lembrar que era noite e o movimento estava calmo, durante o dia o transito na fronteira é assustador, por isso deixamos o carro do lado brasileiro para visitar as lojas na primeira vez.

Argentina: O controle migratório na fronteira da Argentina é rigoroso e tínhamos dúvidas sobre cruzar a fronteira ou não, pois não tínhamos feito o Seguro Carta Verde. Fomos instruídos pela equipe do nosso hostel de que não era necessário o seguro para trafegar por Puerto Iguazú (desde que não saíssemos do perímetro dessa cidade fronteiriça, já que a carta é obrigatória para trafegar no resto do território argentino). Nós arriscamos, na fronteira ninguém pede nada além dos documentos dos passageiros e entramos no país sem problemas. Não fomos parados por nenhum oficial, então não temos como afirmar se o seguro não é necessário mesmo, sugerimos conferir em fontes oficiais (afinal, o seguro morreu de velho rs). Ah, infelizmente, não checamos o valor do combustível na Argentina. IMG_6073

Por fim, a viagem de volta para a casa seguiu a mesma tranquilidade da ida.
Consideramos essa road trip uma opção viável, tranquila e bastante segura.
As estradas estão em ótimo estado e o visual é bem bonito.
Caso tenha mais dúvidas sobre como é dirigir nesse trecho, por favor deixe nos comentários e vamos tentar responder o mais rápido possível 😀 .

Ao longo dos próximos dias falaremos mais sobre nosso roteiro e daremos dicas sobre os incríveis lugares que visitamos em Foz do Iguaçu, Puerto Iguazú e Ciudad Del Este.
Continue na estrada, beijos e nos vemos lá.